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Portobello em destaque no Diário Catarinense

24 de junho de 2010 Sem comentários

A Portobello destacou-se novamente na mídia catarinense no último mês, figurando em duas matérias no jornal Diário Cararinense.

Na primeira, a Portobello é apresentada como uma das empresas com bom desempenho no novo mercado de ações brasileiro. Leia abaixo:

2ECONOMIA | EMPRESAS DE SC | 20/06/2010

Menos badaladas vão bem

Apesar de estarem listadas na bolsa, Buettner, Döhler, Tupy, Schulz, Metalúrgica Riosulense, Metisa, Karsten, Electro Aço Altona e Teka são consideradas small caps. No jargão do mercado, são aquelas empresas que oferecem ações de baixa liquidez, ou seja papéis que têm mais muito dificuldade de encontrar um comprador do que os da Petrobras, por exemplo. Mas até as que apresentam prejuízo estão com números melhores em 2010.

O gerente de operações da Bravo Investimentos/Coinvalores, Alexandre Amorim, explica que a baixa liquidez se dá porque as ações estão na mão de poucos controladores e têm baixíssimo free float (percentual das ações que são negociadas).
-Por isso, essas empresas não são acompanhadas por investidores e analistas – explica.

As empresas Portobello e Renar Maçãs estão no novo mercado porque adotam práticas de gestão mais rigorosas e divulgam informações de melhor qualidade. Com isso, têm maior volume de negociação.

– Mas como seus valores de mercado são baixos e há concentração do controle, acabam apresentando liquidez insuficiente para chamar atenção dos investidores. A Renar ainda sofre consequências do lançamento das suas ações na bolsa (em 2005). Sem estar preparada para o choque de gestão que isso significaria, a Renar lançou seus papéis. Logo a desconfiança dos investidores apareceu e suas ações caíram mais de 50%.

Amorim ressalta que os papéis da Celesc, classificada no nível 2 de governança corporativa e atuando em um setor estável, com players de peso como Previ, Geração Futuro, Tarpon e Poland na composição acionária, se ressente da interferência política em sua gestão.

– O valor de mercado da Celesc é menor do que seu próprio valor patrimonial. Pode parecer que as ações estão baratas, mas como o mercado antecipa os fatos, isso demonstra a falta de confiança dos investidores quanto aos números futuros.

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Na segunda matéria, Estela Benetti destaca o lançamento do Perfil de Sustentabilidade da Portobello. Acompanhe:

4538_fotoINFORME ECONÔMICO | ESTELA BENETTI | 22/06/2010

Portobello “verde”

A Portobello lançou seu Perfil de Sustentabilidade, com suas ações de preservação. Para começar, o perfil não tem versão em papel, apenas digital, no site da companhia. Entre as medidas principais está o índice de reaproveitamento de 99,5% dos resíduos sólidos gerados no processo produtivo. A água do processo industrial circula em sistema fechado, sem descarte ao meio ambiente, e os produtos da empresa têm, em média, 18% de material reciclado.

LogoASSINATURAbranco Porcelanato Portobello, a melhor opção na decoração de qualquer ambiente, seja em reforma ou construção.

Poupança iluminada

23 de junho de 2010 2 comentários

Quem nunca teve em casa um cofrinho em formato de porquinho quando era criança? Aposto que todos já tiveram um. Desde pequenos aprendemos a poupar dinheiro com auxilio do porquinho, fosse ele de plástico ou cerâmica. Hoje os designers do estúdio mexicano Ariel Rojo nos ensinam a poupar energia com os mesmos porquinhos! Sim, energia, com porquinhos!

Ceramicas_Portobello_Poupança

Uma lâmpada fluorescente faz a graça assumindo o lugar do rabo enroladinho do porco e faz você economizar as moedas na hora de pagar a conta de luz e ajudar a melhorar o planeta. “O cofrinho de energia não é apenas uma luminária, é uma mensagem inspirada na nossa consciência ecológica e no nosso interesse em tomar medidas para evitar a crise energética mundial”, afirmam os designers.

A luminária não está à venda e os criadores não informaram se ela vai ser comercializada.

Para mais informações acesse o site do estúdio Ariel Rojo.

LogoASSINATURAbranco Na reforma de  sua casa ou na construção de seu escritório a Portobello tem a melhor solução em revestimento pra você.

334 Bench & 89 Stool

1 de março de 2010 2 comentários

Portobello_Blog_BancoJornal_3jpg“O conceito desses bancos é reutilizar jornais que conseguimos nas ruas. Fazer nossa própria mobília com os papéis que juntamos dia após dia nas ruas.” É isso que diz o designer Oscar Lhermitte em seu site sobre os bancos de jornal que ele criou.

O Banco 334 e o Banquinho 89 são feitos com 3 barras de metal paralelas e jornais dobrados e empilhados (334 para o Banco e 89 para o Banquinho!).

Portobello_Blog_BancoJornal_4

89 Stool e 334 Bench

O desafio para essa série era não só fazer móveis reciclados, mas não usar nenhum tipo de cola, parafuso ou solda.

Podem parecer bem frágeis, mas não são. Devido à grande quantidade de jornais usados, eles agüentam várias pessoas. Custou 5 libras para fazê-los e algumas horas vagas!

Melhor prevenir do que remediar – parte 5

4 de fevereiro de 2010 Sem comentários

Confira hoje as últimas dicas pra sua obra sair sem grandes dores de cabeça.

25 Planeje a obra para épocas sem chuvas. Esse período precisa fazer parte do planejamento se não desejar atrasos.

26 Não ignore a insolação do terreno. É fundamental ter o sol como aliado para uma moradia saudável.

27 Procure realizar uma construção sustentável. Uma dica é reutilizar o material da antiga edificação do seu terreno. Os materiais de demolição são atuais e reduzem custos.

28 Peça ao arquiteto para que ele procure recursos da energia solar para o aquecimento da água.

29 Opte por telhas que sejam ecológicas, como feitas com fibra de celulose ou garrafas PET.

30 Garanta iluminação e ventilação natural para reduzir os custos com energia elétrica e regular a temperatura interna da residência.

Todas as dicas foram dadas pela Arquiteta Valquíria Leite, de Cunha-SP, pelo arquiteto Luis Carlos Diniz, de Itaipava-RJ e pelo engenheiro civil Bernardo Correa Neto, em entrevista dada a revista Construção do Começo ao Fim 2009 da editora  Casa Dois

Melhor prevenir do que remediar – parte 4

29 de janeiro de 2010 3 comentários

Para que tudo saia certinho na sua obra não perca essas dicas dadas pela revista Construção do Começo ao Fim 2009.

19 Durante a preparação do canteiro de obras, considere a ligação de água. Caso exista rede pública, providencie a construção do cavalete dentro das normas fixadas pelo loteamento. Se não existir rede de água, o abastecimento deverá ocorrer por meio de cisterna ou poço.

20 Especifique o material, escolha o método construtivo e não mude o projeto após a obra ter começado, pois pode trazer prejuízos.

21 Reserve um local para a construção de um escritório, um sanitário e, quando a obra estiver fora do perímetro urbano, um alojamento.

22 Evite gastos indevidos com materiais básicos. Compre areia, brita e cimento conforme a necessidade da obra. E não esqueça de armazená-los adequadamente. Fique atento à data de validade dos materiais, especialmente de cimento.

23 Lide com o entulho e aprenda a reutilizá-lo, assim como restos de madeira e cacos de telha, focando o desenvolvimento sustentável.

24 Considere o paisagismo como parte da concepção no cronograma físico e financeiro da obra. A escolha de espécies adequadas e o estabelecimento de um prazo para concluir o projeto paisagístico são medidas importantes para a residência ficar mais bonita.

Todas as dicas foram dadas pela Arquiteta Valquíria Leite, de Cunha-SP, pelo arquiteto Luis Carlos Diniz, de Itaipava-RJ e pelo engenheiro civil Bernardo Correa Neto, em entrevista dada a revista Construção do Começo ao Fim 2009 da editora  Casa Dois

O sol numa garrafa

3 de novembro de 2009 6 comentários

Depois de um feriadão maravilhoso de muito sol, o post de hoje será sobre uma forma muito divertida  de aproveitar a luz solar e iluminar ambientes sem gastar energia.

 BlogPortobello_SunJar 

Vi no blog Coisas da Doris uma luminária que recarrega durante o dia, e quando escurece acende automaticamente. É à prova d’ água, pode ser usada tanto dentro como fora de casa para iluminar caminhos e jardins. Para funcionar ela precisa de incidência direta dos raios solares que carrega a bateria interna e faz a lâmpada ligar. A bateria dura aproximadamente 5 horas.  Você literalmente engarrafa a luz do sol!

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 O sucesso da Europa acaba de chegar ao Brasil e está a venda apenas na cor branca. Você pode comprar na loja Coisas da Doris e ter mais informações no site.

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Lançamento ECOHOUSE – A Casa Ambientalmente Sustentável

28 de outubro de 2009 1 comentário

BlogPortobello.EcohouseEm dias atuais, os assuntos do momento são: meio ambiente e as fontes de energia. Então, para quem gosta de projetos de arquitetura e decoração sustentáveis, a dica é ler um livro que pode ajudar muito nesta questão.

Um lançamento da Bookman Editora, o livro ECOHOUSE – A Casa Ambientalmente Sustentável traz um tema atual, contendo exemplos reais de como fazer uma ecohouse funcionar, bem como estudos de casos internacionais sobre o assunto.

Este livro mostra como construir uma edificação de baixo impacto ambiental e baixo consumo energético.

Os autores revelam os conceitos, as estruturas e as técnicas que estão por trás de seus ideais ecológicos – usando suas próprias casas como estudos de caso. Nesta nova edição, foram acrescentados estudos de casos internacionais, que demonstram o projeto sustentável na prática. Os temas abordados são:

  1. A forma da casa: a edificação como analogia;
  2. O impacto ambiental dos materiais de construção;
  3. O fechamento da edificação;
  4. Incorporando personalidade à sua casa;
  5. Ventilação;
  6. Saúde e felicidade no lar;
  7. Projeto de sistemas solares passivos;
  8. Fotovoltaicas (dispositivos capazes de transformar a energia luminosa, proveniente do sol ou de outra fonte de luz em energia elétrica);
  9. Sistemas solares de aquecimento de água;
  10. Usando a água com sabedoria;
  11. Sistemas eólicos de pequena escala;
  12. Energia hidráulica;
  13. Bombas de calor com fonte subterrânea ou submersa;
  14. Cal e alvenarias com baixa energia incorporada. Introdução aos estudos de caso: rumo a uma arquitetura neovernacular (tipo de arquitetura em que se empregam materiais e recursos do próprio ambiente em que a edificação é construída. Desse modo, ela apresenta caráter local ou regional), além de ferramentas para compreensão dos estudos de caso.

Sobre a autora:

Sue Roaf é professora da School of Architecture da Oxford Brookes University, no Reino Unido.

Sobre o livro:

3ª Edição Revista e Ampliada
ECOHOUSE – A Casa Ambientalmente Sustentável
Autores: Manuel Fuentes, Stephanie Thomas, Sue Roaf
Editora: Bookman – Português – 2009
Dimensões: 28 x 21cm – 488 págs.
Capa: Brochura
R$ 168,00

Tinta na medida certa

13 de outubro de 2009 Sem comentários

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Nem mais, nem menos. Saiba quanta tinta você deve comprar para pintar sua casa.

O simulador do site casa.com.br mostra como fazer os cálculos para que não ocorra desperdício na hora da compra.

Calcule o quanto de tinta você vai precisar aqui.

O Fluxo e a Cozinha de Mecânica Terrestre

8 de outubro de 2009 Sem comentários

A cozinha totalmente sustentável foi projetada pela Studio Gorm e chama-se Flow, que quer dizer fluxo.

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É uma cozinha viva, onde a natureza e a tecnologia são integradas em uma relação simbiótica (de interações biológicas), no qual os processos de fluxo entre um e outro, em um ciclo natural, possuem eficiente utilização de energia, resíduos, água e outros recursos naturais. Um espaço não só para preparar a comida, mas um ambiente que proporciona um melhor entendimento de como funcionam estes processos naturais. Uma cozinha onde o alimento é produzido, armazenado, cozido e que gera adubo para cultivar mais alimentos.

Entenda como:

BlogPortobello_flow.kitchen2O fluxo de produtos pode ser utilizado independentemente, mas são muito mais eficazes quando trabalham em conjunto como parte de um sistema maior. Os objetos individuais são relativamente simples, na qualidade de veículos simples para os processos naturais mais complexos para fazer o trabalho. Esta cozinha é desenvolvida como um sistema flexível, onde os recursos são reutilizados por vários elementos, criando um fluxo dinâmico entre os produtos.

Observe:

A água das louças escorre sobre as ervas e plantas comestíveis, que são cultivadas em vasos localizadas abaixo do escorredor.

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A bancada possui um recurso na bacia de resíduos, que pode ser utilizada para despejar as sobras enquanto a comida é preparada.

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Uma vez que a bacia está cheia, só precisa ser derrubada para transferir os resíduos na caixa compostora, que se encontra abaixo da bancada.

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Como o lixo é depositado no compostor, os vermes convertem-no em adubo rico em nutrientes, que pode ser colocado de volta para as plantas.

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Um exemplo perfeito de sustentabilidade!

Série Lâmpadas – Agora todas as Quartas

30 de setembro de 2009 Sem comentários
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Série Lâmpadas

 

Continuando a série, chegamos às fluorescentes. Ganharam espaço no mercado por serem muito mais econômicas e eficientes que as incandescentes. Não geram tanto calor, tanto que são chamadas de lâmpadas frias, (tome cuidado para não achar que elas não emitem calor nenhum) e iluminam mais com uma potência menor.

Encontramos no mercado lâmpadas fluorescentes tubulares, PL e compactas.  As tubulares foram as primeiras a surgir e levam esse nome por terem formato de um tubo. Podem chegar a 1,5 m de comprimento. As PL possuem dimensões reduzidas. Ambas precisam de um reator externo para funcionar. A grande desvantagem desses dois tipos é que não se encaixam em bocais comuns. Por já possuírem o reator integrado, permitindo o encaixe em bocais comuns, as compactas, embora mais caras, se tornaram as mais consumidas.  A economia energética de todas é igual, a diferença é estabelecida pelo preço de cada uma.  É importante saber que, as tubulares e PL, são mais ecológicas do que as compactas, já que o reator tem uma vida útil mais longa do que a lâmpada. Sendo assim, quando você joga fora uma lâmpada compacta, o reator é descartado juntamente, mas ainda em funcionamento. As tubulares podem ser encontradas em várias espessuras. Quanto mais finas, mais econômicas e maior sua vida útil. Além disso, usam menos materiais poluentes na sua fabricação. Mas o preço é um pouco mais alto.

A luz pode ser amarela ou branca. E assim como as incandescentes, as amarelas são indicadas para deixar os ambientes mais aconchegantes. As brancas são indicadas para ambientes ativos, onde se quer estimular a produtividade como em escolas, escritórios e hospitais, ou o consumo em restaurantes do tipo fast-food, lojas, shopping centers e etc. A quantidade de luz emitida pelas duas cores é a mesma, embora a branca de a sensação de iluminar mais.

Fique atento na hora de jogar uma lâmpada fluorescente no lixo, por conter gases tóxicos não pode ser descartada em qualquer lugar. Existem programas de coleta especificamente para esse tipo de material. Mesmo que em seu bairro ou cidade exista uma coleta, dê uma olhada nessa ideia que vi em um blog da rede Ecoblogs, além de ecológica é bonita e criativa, e você ainda pode ganhar um dinheiro extra, vendendo o que fabricar!

 

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