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Poupança iluminada

23 de junho de 2010 2 comentários

Quem nunca teve em casa um cofrinho em formato de porquinho quando era criança? Aposto que todos já tiveram um. Desde pequenos aprendemos a poupar dinheiro com auxilio do porquinho, fosse ele de plástico ou cerâmica. Hoje os designers do estúdio mexicano Ariel Rojo nos ensinam a poupar energia com os mesmos porquinhos! Sim, energia, com porquinhos!

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Uma lâmpada fluorescente faz a graça assumindo o lugar do rabo enroladinho do porco e faz você economizar as moedas na hora de pagar a conta de luz e ajudar a melhorar o planeta. “O cofrinho de energia não é apenas uma luminária, é uma mensagem inspirada na nossa consciência ecológica e no nosso interesse em tomar medidas para evitar a crise energética mundial”, afirmam os designers.

A luminária não está à venda e os criadores não informaram se ela vai ser comercializada.

Para mais informações acesse o site do estúdio Ariel Rojo.

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Série Lâmpadas – Agora todas as Quartas

30 de setembro de 2009 Sem comentários
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Série Lâmpadas

 

Continuando a série, chegamos às fluorescentes. Ganharam espaço no mercado por serem muito mais econômicas e eficientes que as incandescentes. Não geram tanto calor, tanto que são chamadas de lâmpadas frias, (tome cuidado para não achar que elas não emitem calor nenhum) e iluminam mais com uma potência menor.

Encontramos no mercado lâmpadas fluorescentes tubulares, PL e compactas.  As tubulares foram as primeiras a surgir e levam esse nome por terem formato de um tubo. Podem chegar a 1,5 m de comprimento. As PL possuem dimensões reduzidas. Ambas precisam de um reator externo para funcionar. A grande desvantagem desses dois tipos é que não se encaixam em bocais comuns. Por já possuírem o reator integrado, permitindo o encaixe em bocais comuns, as compactas, embora mais caras, se tornaram as mais consumidas.  A economia energética de todas é igual, a diferença é estabelecida pelo preço de cada uma.  É importante saber que, as tubulares e PL, são mais ecológicas do que as compactas, já que o reator tem uma vida útil mais longa do que a lâmpada. Sendo assim, quando você joga fora uma lâmpada compacta, o reator é descartado juntamente, mas ainda em funcionamento. As tubulares podem ser encontradas em várias espessuras. Quanto mais finas, mais econômicas e maior sua vida útil. Além disso, usam menos materiais poluentes na sua fabricação. Mas o preço é um pouco mais alto.

A luz pode ser amarela ou branca. E assim como as incandescentes, as amarelas são indicadas para deixar os ambientes mais aconchegantes. As brancas são indicadas para ambientes ativos, onde se quer estimular a produtividade como em escolas, escritórios e hospitais, ou o consumo em restaurantes do tipo fast-food, lojas, shopping centers e etc. A quantidade de luz emitida pelas duas cores é a mesma, embora a branca de a sensação de iluminar mais.

Fique atento na hora de jogar uma lâmpada fluorescente no lixo, por conter gases tóxicos não pode ser descartada em qualquer lugar. Existem programas de coleta especificamente para esse tipo de material. Mesmo que em seu bairro ou cidade exista uma coleta, dê uma olhada nessa ideia que vi em um blog da rede Ecoblogs, além de ecológica é bonita e criativa, e você ainda pode ganhar um dinheiro extra, vendendo o que fabricar!

 

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Série Lâmpadas – Halógenas

23 de setembro de 2009 Sem comentários
Série Lâmpadas

Série Lâmpadas

Hoje é dia das Halógenas. São lâmpadas incandescentes que estão uma geração a frente das comuns. Oferecem mais luz com potência menor ou igual às incandescentes comuns. Pertencem a essa família as dicróicas, PAR e as refletoras AR. Têm esse nome, pois são adicionados ao bulbo elementos halógenos como iodo ou bromo que aumentam sua eficiência luminosa. Possuem vida útil mais longa, de 2.000 a 4.000 horas.

Comparadas às comuns, essas lâmpadas são muito menores, e permitem um direcionamento específico do feixe de luz, ideal para valorizar obras de arte e produtos em destaque. São muito usadas na decoração para deixar um clima aconchegante.

É comum chamar todas as halógenas de dicróica, mas essa é um tipo muito específico dentre elas. Com uma grande vantagem: cerca de 2/3 do calor que ela emite é jogado para trás, deixando apenas 1/3 do calor para o objeto logo abaixo dela. Sendo assim, é preferível usá-las em forros de gesso, para que o calor que é emitido para trás não retorne ao ambiente.

Atenção! Muitos vendedores não sabem a diferença entre as lâmpadas dicróicas e outras halógenas, pois elas são visualmente muito parecidas. Então, tome cuidado para não se enganar!

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Série Lâmpadas – Incandescentes

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Séria Lâmpadas

Série Lâmpadas

Hoje iniciamos uma série sobre um tema muito importante na arquitetura: a iluminação. Os benefícios de escolher a lâmpada e a luz certas vão além de valorizar o projeto. Evidenciar um quadro sem estragar a tinta, tornar as mercadorias mais atraentes, valorizar a roupa em provadores, tornar ambientes aconchegantes ou adequados para estudos são algumas das vantagens. Em lojas, os produtos e ambientes devem ter a incidência e o tipo correto de luz, tanto para valorizar o que está exposto quanto para não enganar o consumidor.

Começaremos pela mais conhecida: a incandescente. Gera luz com base no aquecimento de um filamento de tungstênio. É a mais comum e barata de todas, e também a menos econômica. Apenas 5%, aproximadamente, da energia é transformada em luz, o restante se perde em forma de calor. Têm uma duração de cerca de 1.000 horas.  São indicadas para iluminação interna, possuem luz amarelada, variação no formato do bulbo, podendo ser transparentes ou leitosas. Tornam os ambientes mais aconchegantes e reproduzem as cores com total fidelidade, porém, além de aquecerem o ambiente, aquecem também a fatura da energia elétrica no fim do mês. Você pode substituir uma lâmpada incandescente de 150W por uma fluorescente de 40W, que ilumina mais por menos. A Celesc oferece uma planilha online para calcular o gasto energético de vários aparelhos, inclusive lâmpadas. Vale a pena dar uma olhada.

A Europa tem planos de acabar com as lâmpadas incandescentes até 2011. A campanha, que começou dia 2 de setembro, pretende substituí-las gradualmente por tipos mais econômicos.

Se você ainda possui lâmpadas desse tipo em sua casa, troque-as o mais rápido possível por fluorescentes, que são mais econômicas e eficientes. E ainda pode transformar as antigas em luminárias e ganchos de parede práticos e criativos!

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