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4 de março de 2010 Sem comentários

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Alto verão, calor tórrido, temperaturas “abusivas”: quem é que não se imagina driblando tudo isso e dando um mergulho dos melhores numa bela piscina? Do sonho à realidade passam-se alguns meses, por isso é indicado que se inicie os trabalhos de projeto e execução no máximo no mês de outubro do ano anterior ao verão que você quer estar dentro de seu próprio “parque aquático”. Mas a verdade é que a gente só se lembra disso agora, em pleno verão mesmo…

Portanto, procure se programar para o próximo ano. Do projeto arquitetônico – que envolve desde a escolha do formato, dimensões, instalações elétricas e hidráulicas até a iluminação do novo elemento do jardim – a sondagem do terreno, passando pela decisão da estrutura a ser adotada ao início da movimentação de terra, a impermeabilização, definição de equipamentos para mantê-la sempre limpa e, finalmente, o(s) revestimento(s), muita coisa deve ser avaliada e discutida para que você tenha realmente o prazer de desfrutar de sua própria piscina.

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E, falando em revestimentos, muita coisa mudou nos últimos tempos. Além das cerâmicas em tons de azul e verde – sonho da grande maioria – atendidas por nossas linhas Piscine Acqua e Piscine Blu, também é possível optar por uma piscina com várias outras cores. Tanto é possível criar efeitos luminosos com leds ou fibras óticas modificando a cor da água à noite, quanto você também pode optar por ser radical e já deixá-la colorida durante o dia, com uma cor bem diferente: já se imaginou mergulhando numa raia cor de uva? Ou quem sabe, relaxar numa “prainha” tangerina? Tudo isso é possível com a Coleção Pastilhas, também indicada para revestir este sonho de consumo bem brasileiro.

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Maria Alice Miller é designer de interiores carioca dedicada à análise e crítica de design, decoração e arquitetura. Colabora para inúmeros sites e blogs na internet e é editora do blog Casa com Design – www.casacomdesign.com.br

Melhor prevenir do que remediar – parte 5

4 de fevereiro de 2010 Sem comentários

Confira hoje as últimas dicas pra sua obra sair sem grandes dores de cabeça.

25 Planeje a obra para épocas sem chuvas. Esse período precisa fazer parte do planejamento se não desejar atrasos.

26 Não ignore a insolação do terreno. É fundamental ter o sol como aliado para uma moradia saudável.

27 Procure realizar uma construção sustentável. Uma dica é reutilizar o material da antiga edificação do seu terreno. Os materiais de demolição são atuais e reduzem custos.

28 Peça ao arquiteto para que ele procure recursos da energia solar para o aquecimento da água.

29 Opte por telhas que sejam ecológicas, como feitas com fibra de celulose ou garrafas PET.

30 Garanta iluminação e ventilação natural para reduzir os custos com energia elétrica e regular a temperatura interna da residência.

Todas as dicas foram dadas pela Arquiteta Valquíria Leite, de Cunha-SP, pelo arquiteto Luis Carlos Diniz, de Itaipava-RJ e pelo engenheiro civil Bernardo Correa Neto, em entrevista dada a revista Construção do Começo ao Fim 2009 da editora  Casa Dois

Melhor prevenir do que remediar – parte 4

29 de janeiro de 2010 3 comentários

Para que tudo saia certinho na sua obra não perca essas dicas dadas pela revista Construção do Começo ao Fim 2009.

19 Durante a preparação do canteiro de obras, considere a ligação de água. Caso exista rede pública, providencie a construção do cavalete dentro das normas fixadas pelo loteamento. Se não existir rede de água, o abastecimento deverá ocorrer por meio de cisterna ou poço.

20 Especifique o material, escolha o método construtivo e não mude o projeto após a obra ter começado, pois pode trazer prejuízos.

21 Reserve um local para a construção de um escritório, um sanitário e, quando a obra estiver fora do perímetro urbano, um alojamento.

22 Evite gastos indevidos com materiais básicos. Compre areia, brita e cimento conforme a necessidade da obra. E não esqueça de armazená-los adequadamente. Fique atento à data de validade dos materiais, especialmente de cimento.

23 Lide com o entulho e aprenda a reutilizá-lo, assim como restos de madeira e cacos de telha, focando o desenvolvimento sustentável.

24 Considere o paisagismo como parte da concepção no cronograma físico e financeiro da obra. A escolha de espécies adequadas e o estabelecimento de um prazo para concluir o projeto paisagístico são medidas importantes para a residência ficar mais bonita.

Todas as dicas foram dadas pela Arquiteta Valquíria Leite, de Cunha-SP, pelo arquiteto Luis Carlos Diniz, de Itaipava-RJ e pelo engenheiro civil Bernardo Correa Neto, em entrevista dada a revista Construção do Começo ao Fim 2009 da editora  Casa Dois

Rio das Ostras

27 de janeiro de 2010 1 comentário

O Projeto Rio das Ostras, que a Portobello encampou em parceria com o arquiteto Maurício Pinheiro, é um bom exemplo da importância que uma intervenção urbana pode representar para uma determinada comunidade. A proposta consistia em revitalizar a orla de duas importantes praias do município do litoral norte fluminense, Tartaruga e Costa Azul, considerado um dos mais belos cartões postais do estado do Rio de Janeiro. Além de proteger e valorizar o meio ambiente, preservar a identidade sócio-cultural a partir da utilização dos recursos naturais e incrementar a atividade turística na região, as obras deveriam contemplar uma ação educativa sobre o patrimônio histórico e cultural local.

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Na Costa Azul, foram criadas áreas especiais para passeios, ciclovias, quiosques e postos para salva-vidas integrados harmoniosamente à natureza privilegiada do lugar. Na praia da Tartaruga – com extensão aproximada de 3 Km e largura média de 50 metros –, foi desenvolvida uma infra-estrutura completa para o turismo. Em uma área de 65 mil metros quadrados, equivalente a oito campos de futebol, foi projetado espaço de lazer com área demarcada para cooper e caminhada, ciclovia, lazer infantil, quadras de esportes, quiosques, área verde e o Solar, que preserva a cultura do município, contando um pouco da história em um local cinematográfico.

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Nesse processo, os produtos utilizados precisavam estar integrados às condições climáticas, à paisagem rústica, de intensa variação cromática, e à sensação de liberdade que é própria de espaços amplos como uma orla de praia. A Portobello se empenhou em criar um produto exclusivo para todas as áreas onde foi necessária a implantação de revestimento cerâmico, ao longo de 40 mil metros quadrados de área.

Rio das Ostras estimulou a criatividade e o esforço da tecnologia da Portobello e proporcionou à empresa mais que a participação em uma proposta desafiadora, mas também a criação de uma linha exclusiva, que em seguida passou a fazer parte do portfólio da companhia e está na linha ´Pietra Naturale`, lançada em 2002;
A tecnologia estava ali presente, os contornos do projeto estavam ornamentados com os materiais da Portobello, mas a certeza da aplicação das melhores técnicas e produtos veio a partir do momento que a intervenção urbana passou a interagir com o cotidiano local. Satisfeitos, conforme se constatou em depoimentos, os moradores destacaram os benefícios do projeto que compôs uma nova paisagem na cidade.

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Na visão da gerente nacional de vendas da Portobello, Simone Santin, além do desafio técnico e estético de criar um porcelanato para as calçadas do Projeto Rio das Ostras, a possibilidade de parceria com uma cidade tão jovem e inovadora em sua administração, fez com que a empresa se identificasse com o projeto. “Fazemos parte do mesmo pensamento de Rio das Ostras, acreditando na educação como base para o desenvolvimento. Acreditamos que a proteção do meio ambiente e o incentivo ao turismo possibilitam o crescimento de um município. E estamos juntos nesta realização”, afirma a gerente.

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Melhor prevenir do que remediar – Parte 3

20 de janeiro de 2010 Sem comentários

Mais 6 dicas para evitar dores de cabeça durante sua obra!

13 Faça desde o primeiro momento uma descrição resumida do acabamento. Defina o que melhor couber no valor a partir da verificação da disponibilidade financeira aproximada para a obra que pretende executar, evitando atrasos.

14 Verifique se no local existe rede de energia, água, esgoto, gás e cabos telefônicos. Esses itens auxiliam a prever gastos a mais no orçamento da obra.

15 Prepare-se para custos extras com a limpeza do terreno e, na sequência, com o levantamento planialtimétrico (topográfico).

16 Fuja da desorganização. Faça um projeto com cronograma físico e financeiro definitivo. A partir disso, a equipe de trabalho (pedreiros, encanadores, telhadistas, etc), geralmente coordenada por um mestre de obras, poderá seguir as etapas e cumprir os prazos para concluir o projeto.

17 Cobre a realização das reuniões entre o mestre de obras e o arquiteto. O acompanhamento e a fiscalização permitem que todas as etapas sejam efetuadas corretamente.

18 Acompanhe a obra para entender a origem dos gastos e prazos existentes. Existem fases mais lentas como alicerces e acabamento. Em outras, parece progredir muito, como levantamento de paredes e colocação de piso.

Ainda teremos mais 2 posts com dicas para sua obra não dar dor de cabeça! Se você perdeu o primeiro da série, clique aqui . Se perdeu o segundo também, é só clicar aqui.

Todas as dicas foram dadas pela Arquiteta Valquíria Leite, de Cunha-SP, pelo arquiteto Luis Carlos Diniz, de Itaipava-RJ e pelo engenheiro civil Bernardo Correa Neto, em entrevista dada a revista Construção do Começo ao Fim 2009 da editora  Casa Dois

Melhor prevenir do que remediar – Parte 2

11 de janeiro de 2010 1 comentário

Confira o segundo post da nossa série de dicas para sua construção!

7 Ouça o que o profissional acha que é possível fazer com as condições apresentadas, pois características físicas, orçamento disponível e especificações técnicas podem limitar o que é pretendido inicialmente.

8 Faça um orçamento para a obra por etapas. As principais fases para considerar são: análise do solo, projeto, aprovação na prefeitura, limpeza do terreno, preparação e canteiro de obras, fundação, acabamentos, pintura e paisagismo.

9 Faça um cronograma financeiro. Assim, será mais fácil estabelecer prazos e cobrá-los.

10 Peça para o arquiteto idealizador do projeto ficar responsável para dar entrada na prefeitura e acompanhar o trâmite.

11 Não tente economizar pulando etapas da obra. O proprietário deve contratar um profissional habilitado e qualificado para desenvolver os projetos estrutural, elétrico, hidráulico e detalhamentos.

12 Cuidado com custos extras. Saiba qual técnica de pintura será adotada, o tratamento que será dado às madeiras utilizadas (esquadrias, deck, vigas, colunas, madeiramento e forro), as formas de evitar desperdícios, pois essas despesas podem ser uma surpresa para seu orçamento inicial.

Ainda teremos mais 3 posts com super dicas para sua obra não dar dor de cabeça!  Se você perdeu o primeiro post da série, clique aqui;

Todas as dicas foram dadas pela Arquiteta Valquíria Leite, de Cunha-SP, pelo arquiteto Luis Carlos Diniz, de Itaipava-RJ e pelo engenheiro civil Bernardo Correa Neto, em entrevista dada a revista Construção do Começo ao Fim 2009 da editora Casa Dois .

Que tal adquirir um imóvel na planta?

7 de janeiro de 2010 1 comentário

Delicie-se com várias dicas para adquirir um imóvel na planta! Literalmente!

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Melhor prevenir do que remediar – parte 01

7 de dezembro de 2009 1 comentário

Quando você decide construir uma casa, a primeira e melhor coisa a se fazer é planejar a obra do início ao fim. Desde o projeto, a aprovação junto à prefeitura até acabamentos e paisagismo.

Para facilitar nossa vida a editora Casa Dois publicou a revista Construção do Começo ao Fim 2009, com ótimas dicas para sua obra sair como você espera. São mais de 200 páginas com tudo que você precisa saber: planilha de gastos, projetos, documentação, materiais, mão de obra, locação, fundação, telhado, forros, instalações, aquecimento solar, esquadrias, revestimentos, pintura, paisagismo.

Vamos compartilhar com você as dicas de planejamento para dar vontade de comprar a revista!

1 Busque referências do profissional contratado com os demais clientes para os quais prestou serviços.

2 Conheça obras concluídas. Se os projetos do arquiteto estiverem distantes da sua moradia, você pode solicitar fotos e filmagens.

3 O cronograma financeiro também pode ser acompanhado com um relatório da obra com fotos.

4 Consulte a prefeitura local para saber qual área pode ser edificada, os recuos mínimos frontal, laterais e fundos, a altura máxima, o código de obras, a lei de zoneamento do município, bem como o código de posturas e a área de proteção permanente. Além disso, há as legislações estaduais e federal relacionadas ao meio ambiente.

5 Peça ajuda para escolher o terreno. Antes de comprá-lo, entre em contato com o arquiteto ou o engenheiro para que ele o auxilie. Saber as metragens e características do lote pode ajudá-lo a definir como poderá ser a construção.

6 Encontre um profissional de confiança e diga claramente qual é seu objetivo.

Serão 5 posts com 6 dicas cada um. Fique ligado!

Todas as dicas foram dadas pela Arquiteta Valquíria Leite, de Cunha-SP, pelo arquiteto Luis Carlos Diniz, de Itaipava-RJ e pelo engenheiro civil Bernardo Correa Neto.

La Chapelle

29 de outubro de 2009 1 comentário

A Torre La Chapelle, surpreende com seu design no qual quase todos os pavimentos têm formas diferentes e não apresenta nenhuma coluna aparente na parte externa da construção.  Mostraremos aqui este projeto interessantíssimo!

Fonte: Ábalos & Herreros e Sentkiewicz

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O projeto propõe uma forma de construir habitação em altura radicalmente diferente da onipresente nos subúrbios de Paris. Para criar entidades vivas capazes de servir como motor de mudança é necessário reconsiderar a homogeneidade funcional do modelo, que constituem verdadeiras peças verticais da cidade contemporânea, estrategicamente escolhendo locais com elevada acessibilidade dos transportes públicos, a ênfase programática sobre as necessidades dos jovens, experimentando hipóteses mais eficazesdo ambiente com base na otimização formal (neste caso, com proporções verticais) e sistemas de construção. E ainda, propor uma iconografia que dá visibilidade ao lugar e os elementos envolvidos nele.

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Morando em altura para realizar a fantasia de viver uma outra vida, cheia de luz e paisagens inesquecíveis, rodeado pela beleza, com maior acessibilidade, juntamente com o melhor equipamento nas melhores condições ambientais e contribuir para uma distribuição mais eqüitativa da centralidade no mapa da Grande Paris.

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O uso da mistura de tipologia e utilização de programas culturais inclui um Campus Universitário, escritório comercial, dormitório e apartamento ou loft em conjunto com os vários espaços públicos em todo o bloco. As utilizações, como são recorrente neste tipo de resultado, estão dispostas como um gradiente vertical de privacidade, de modo que a residência está localizada na coroação como as atividades comerciais e culturais que fazem em conjunto ao nível da rua, multiplicado pelos terraços e pela forma ampla e expansiva que o edifício reúne no chão. Isso proporciona alta eficiência urbana e melhores condições de vida para os moradores: o que, do ponto de vista da cidade tradicional é uma área determinada pela infra-estrutura, poluição sonora e mudanças ambientais com a altura de uma paisagem sublime.

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O projeto utiliza diferentes exigências para explorar diferentes necessidades que através de varandas ajardinadas simulam um acidente topográfico equivalente ao das colinas de Buttes-Chaumont ea Montmartre, uma entidade híbrida, abrangendo um arranha-céus e uma montanha: uma paisagem artificial e vertical.

Ficha Técnica:

Cliente: Cidade de Paris
Arquitetura: Ábalos & Sentkiewicz Arquitetos
Diretores de Projeto: Iñaki Ábalos, Renata Sentkiewicz
Arquiteto Local: Serero Arquitetos (David Serero)
Contribuinte: Margaux Eyssette (coordenação)
Sustentabilidade: CENER (Florencio Manteca)
Levantamento socioeconômico: José Miguel Iribas
Infográfico: NEOGRAMA (Luis Cabrejas), Margaux Eyssette
Maquetes: Margaux Eyssette
Localização: Porte de la Chapelle, Paris 18, França
Programa: Edifício multiuso; finalidade: habitação (26,5%); estacionamento (22%); serviços (9%); comércio 6,2%); educação (16%); cultura (2,6%); cívica (4, 4%); hotéis (11,5%); esportes (1,8%)
Superfície do terreno: 24.328m2. Área ocupada: 4.615m2. Superfície total construída: 113,000 m2. Superfície subterrânea construída: 25.000m2.
Área construída acima do solo: 88.000m2.
O espaço público ao ar livre, decks: 8.200m2
Orçamento: € 176.000.000
Status: Projeto

Arquitetura para todos

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“Todos os seres humanos nascem livres e iguais em direitos e dignidade”.  Frase retirada da Declaração da Independência dos Estados Unidos e que se encontra no perímetro de uma “prisão 5 estrelas” na Áustria. Fique atento: muitas pessoas estão divulgando um e-mail com as imagens da prisão, como sendo em Dubai, mas ela está localizada em Leoben no estado Styria na Áustria.

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Justizzentrum Leoben, em português Centro da Justiça Leoben, foi projetado pelo arquiteto austríaco Joseph Hohensinn seguindo a premissa dos direitos humanos, que está em mais uma frase disposta ao longo do terreno da construção: “Toda pessoa, privada de sua liberdade, deve ser tratada humanamente, com o respeito e dignidade inerentes ao ser humano”.

O centro, além da prisão possuiu uma corte para os julgamentos e conta com centro de esportes, academia, sala privada para visitantes, cozinha coletiva, sala de jogos, e muito mais. Abriga cerca de 200 prisioneiros.

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Concluído em novembro de 2004, surpreende a todos com sua arquitetura ousada e moderna abusando no vidro, estrutura de aço, estética, inovação, conforto e ambientes internos e externos muito agradáveis. Por esses motivos é alvo de muitas críticas, como por exemplo, que quartos de estudantes são menos confortáveis e luxuosos que a prisão.

Com esse exemplo, reforçamos a ideia de que o arquiteto tem o dever de proporcionar o bem estar dos usuários, esteja ele fazendo uma obra faraônica ou uma habitação popular. Todos têm o direito de ter o mínimo de conforto, não importando raça ou status social.

Nós arquitetos podemos e devemos projetar pensando em melhorar e modificar a vida das pessoas, fazer com que elas se sintam mais dignas, respeitadas, felizes e cheias de sensações em qualquer ambiente por nós planejado. Sempre tomando cuidado para não impor nossa vontade ou gosto pessoal desrespeitando a opinião do cliente.  Saber mesclar o conhecimento com o sonho do cliente é um passo para o sucesso.

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