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Cidade Universitária Pedra Branca

16 de junho de 2010 Sem comentários

A Cidade Universitária Pedra Branca está localizada em Palhoça – SC, a mais ou menos 15km de Florianópolis. Todo o conceito da cidade está baseado no Urbanismo Sustentável.  Tanto no bairro como nas redondezas, você encontra tudo que é preciso para morar bem, desde farmácias a escolas e universidades. Será um bairro com infraestrutura de cidade, onde as pessoas poderão morar, trabalhar, estudar e se divertir num mesmo local.

Cidade Universitária

Cidade Universitária

Dia 21 de maio foi inaugurado o Showroom Sustentável da Pedra Branca. “No showroom sustentável e no showflat as pessoas poderão conhecer e entender melhor o que será este bairro cidade que abrigará cerca de 30 mil pessoas nos próximos 15 anos”, diz Marcelo Gomes, diretor na Pedra Branca.

Showflat

Showflat

E é claro que se envolve boa arquitetura, sutentabilidade, design e tecnologia a Portobello está presente também.

No Showflat você encontra os apartamentos decorados e com os revestimentos da Portobello. As cerâmicas usadas foram:

  • Ecowood
  • Ecodécor
  • Brava
  • Ma.De
  • Natural Design
  • Marmi
  • Confira as fotos.

    Marmi - Perlino Bianco Polido 90 X 90

    Marmi - Perlino Bianco Polido 90 X 90

    Ma.De. - Sand 120 X 120

    Ma.De. - Sand 120 X 120

    Ecowood - Aroeira 15 X 90

    Ecowood - Aroeira 15 X 90

    Ecodecor - Kaki 20 X 120

    Ecodecor - Kaki 20 X 120

    LogoASSINATURAbranco Na reforma de seu escritório ou na decoração de sua casa, sua melhor escolha em revestimento é Portobello.

    Belém – a Paris do continente americano

    18 de novembro de 2009 4 comentários

    Saiba como a capital do Pará queria se tornar a Paris do continente americano.

    Maiores Abandonados

    5 de novembro de 2009 Sem comentários
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    A Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo (FAU-USP) realizou a pedidos da Cohab, um estudo que cadastrou 208 prédios desocupados no centro paulistano.

    58 desses prédios foram selecionados para serem desapropriados, reformados, revitalizados e vendidos para a população de baixa renda.

    Todos os imóveis foram analisados, seus proprietários encontrados e as dividas levantadas – em média, cada prédio deve R$ 100mil de IPTU.  Do total, 90 prédios possuem comércio no térreo ou o estacionamento alugado e 68 estão completamente vazios.  Segundo o engenheiro presidente da Cohab Luiz Ricardo Pereira Leite:  ”O grande problema desses prédios é a situação jurídica, pois são dezenas de herdeiros que não se entendem há anos e, por isso, os endereços estão ociosos”.

    Outra dificuldade será adaptar esses edifícios antigos à legislação atual. Em alguns casos é impossível, por isso foram escolhidos os prédios que podem ser reformados e adaptados dentro do orçamento planejado.

    Os prédios terão de 50 a 280 unidades, que custarão de R$40 mil até R$ 170 mil, alcançando a média salarial dos 900 mil cadastrados na fila da Cohab.

    O financiamento será feito através do programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal.

    Dentre os prédios, estão vários hotéis, sendo um deles o Cineasta Hotel. Sua negociação já está em andamento e cada um de seus quartos de 35 metros quadrados, formam praticamente uma unidade.

    Exemplo de prédio com comércio no térreo e o restante desocupado

    Exemplo de prédio com comércio no térreo e o restante desocupado

    As informações foram retiradas do jornal O Estado de São Paulo.

    La Chapelle

    29 de outubro de 2009 1 comentário

    A Torre La Chapelle, surpreende com seu design no qual quase todos os pavimentos têm formas diferentes e não apresenta nenhuma coluna aparente na parte externa da construção.  Mostraremos aqui este projeto interessantíssimo!

    Fonte: Ábalos & Herreros e Sentkiewicz

    BlogPortobello.LaChapelle5

    O projeto propõe uma forma de construir habitação em altura radicalmente diferente da onipresente nos subúrbios de Paris. Para criar entidades vivas capazes de servir como motor de mudança é necessário reconsiderar a homogeneidade funcional do modelo, que constituem verdadeiras peças verticais da cidade contemporânea, estrategicamente escolhendo locais com elevada acessibilidade dos transportes públicos, a ênfase programática sobre as necessidades dos jovens, experimentando hipóteses mais eficazesdo ambiente com base na otimização formal (neste caso, com proporções verticais) e sistemas de construção. E ainda, propor uma iconografia que dá visibilidade ao lugar e os elementos envolvidos nele.

    BlogPortobello.LaChapelle1

    Morando em altura para realizar a fantasia de viver uma outra vida, cheia de luz e paisagens inesquecíveis, rodeado pela beleza, com maior acessibilidade, juntamente com o melhor equipamento nas melhores condições ambientais e contribuir para uma distribuição mais eqüitativa da centralidade no mapa da Grande Paris.

    BlogPortobello.LaChapelle3BlogPortobello.LaChapelle2

    O uso da mistura de tipologia e utilização de programas culturais inclui um Campus Universitário, escritório comercial, dormitório e apartamento ou loft em conjunto com os vários espaços públicos em todo o bloco. As utilizações, como são recorrente neste tipo de resultado, estão dispostas como um gradiente vertical de privacidade, de modo que a residência está localizada na coroação como as atividades comerciais e culturais que fazem em conjunto ao nível da rua, multiplicado pelos terraços e pela forma ampla e expansiva que o edifício reúne no chão. Isso proporciona alta eficiência urbana e melhores condições de vida para os moradores: o que, do ponto de vista da cidade tradicional é uma área determinada pela infra-estrutura, poluição sonora e mudanças ambientais com a altura de uma paisagem sublime.

    BlogPortobello.LaChapelle4

    O projeto utiliza diferentes exigências para explorar diferentes necessidades que através de varandas ajardinadas simulam um acidente topográfico equivalente ao das colinas de Buttes-Chaumont ea Montmartre, uma entidade híbrida, abrangendo um arranha-céus e uma montanha: uma paisagem artificial e vertical.

    Ficha Técnica:

    Cliente: Cidade de Paris
    Arquitetura: Ábalos & Sentkiewicz Arquitetos
    Diretores de Projeto: Iñaki Ábalos, Renata Sentkiewicz
    Arquiteto Local: Serero Arquitetos (David Serero)
    Contribuinte: Margaux Eyssette (coordenação)
    Sustentabilidade: CENER (Florencio Manteca)
    Levantamento socioeconômico: José Miguel Iribas
    Infográfico: NEOGRAMA (Luis Cabrejas), Margaux Eyssette
    Maquetes: Margaux Eyssette
    Localização: Porte de la Chapelle, Paris 18, França
    Programa: Edifício multiuso; finalidade: habitação (26,5%); estacionamento (22%); serviços (9%); comércio 6,2%); educação (16%); cultura (2,6%); cívica (4, 4%); hotéis (11,5%); esportes (1,8%)
    Superfície do terreno: 24.328m2. Área ocupada: 4.615m2. Superfície total construída: 113,000 m2. Superfície subterrânea construída: 25.000m2.
    Área construída acima do solo: 88.000m2.
    O espaço público ao ar livre, decks: 8.200m2
    Orçamento: € 176.000.000
    Status: Projeto

    Viva a Cidade – Parte 3

    27 de outubro de 2009 Sem comentários

    BlogPortobello_VivaaCidadePensar que o problema da violência é exclusivo de certas classes sociais ou regiões é também um equívoco. Na grande maioria, pessoas de classe média-alta, não mantêm relações com a rua. Muito raramente ficam na janela ou sacada. As classes mais baixas é que são as responsáveis por esse dinamismo, esse movimento intenso e saudável para a cidade. 

    A autora relata no livro um acontecimento em seu bairro. Uma discussão entre um homem e uma menina de oito ou nove anos. Pelo que parecia, o homem tentava convencer a menina a ir com ele.  A menina havia ficado dura contra um muro, como as crianças fazem ao resistir. Enquanto Jane Jacobs observava a situação da janela de seu apartamento, no segundo andar, atenta caso precisasse intervir, logo percebeu que não seria necessário. Açougueiros, confeiteiros, quitandeiros, chaveiros, donos de lavanderias, vizinhos e pessoas na calçada de braços cruzados e expressão decidida cercaram o homem, que nem havia percebido a aproximação deles.  Mesmo sem saber quem era a menininha, ninguém deixaria que ela fosse levada. Passado algum tempo, todos perceberam que a menina era filha do homem e tudo acabou bem.

    Enquanto o episódio acontecia, talvez durante uns cinco minutos, ninguém apareceu nas janelas do prédio de apartamentos de alta renda. Sendo o único prédio em que isso aconteceu. Inquilinos de alta renda muitas vezes não têm a menor ideia de quem toma conta da rua e de como isso é feito.

    “Quando o bairro for igual a esses moradores, eles acharão as ruas cada vez menos seguras e sentirão um mal-estar indefinido, e se as coisas ficarem muito feias, migrarão para outro bairro que seja inexplicavelmente mais seguro”.

    Já nos ensinava o clássico da Sessão da Tarde Esqueceram de Mim. Enquanto os ladrões observam o bairro, um comenta com o outro que aquele é o lugar ideal para fazer um assalto: um bairro rico e deserto, pois estavam todos viajando nas férias. Sem atrativos, sem olhos vigiando, sem pessoas circulando e repleto de casas recheadas de tentação.

    Não deixe de ler a série completa para saber como fazer melhor para seu bairro e cidade!   Parte 1,    Parte 2

    Arquitetura pra lá de moderna

    Sem comentários

    Gostaríamos de compartilhar com vocês, caros leitores, algumas das mais inusitadas formas em arquitetura que há ao redor do mundo. São 84 construções, mas mostraremos as mais interessantes.

    Podemos dizer que foi difícil escolher as melhores.

    Elas são interessantes, fantásticas e quase inacreditáveis!

    Device to Root Out Evil “Dispositivo para erradicar o mal” – Vancouver, Canadá

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    The Crooked House “A Casa Torta” – Sopot, Polônia

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    Upside Down House “Casa de cabeça para baixo” – Szymbark, Polônia

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    The Basket Building “O Prédio Cesta”Ohio, EUA

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    Stone House “Casa de Pedra” – Guimarães, Portugal

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    Kansas City Public Library “Biblioteca Pública da Cidade do Kansas” – Missouri,EUA

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    Container City “Cidade Container” – Londres, Reino Unido

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    Erwin Wurm: House Attack “Ataque da Casa” – Viena, Áustria

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    Ripley’s Building – Niagara Falls, Ontário, Canadá

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    Ripley’s Believe It or Not! – Niagara Falls, Ontário, Canadá

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    Wonderworks – Pigeon Forge, EUA

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    Ferdinand Cheval Palace “Palácio Ferdinand Cheval” – França

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    Simplesmente impressionante, não é?

    Para quem quiser se surpreender mais, clique aqui.


    Viva a Cidade – Parte 2

    26 de outubro de 2009 Sem comentários

    Muitas pessoas costumam reclamar do barzinho da esquina de sua casa, que está sempre cheio de gente, pessoas desconhecidas, muito barulho até tarde da noite e por ai vai. Toda vez que tem jogo de futebol, os torcedores se reúnem no bar da esquina de onde moro, e começa a festa! E também me incomodava e pensava dessa maneira até ler o texto da Jane Jacobs.

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    Bares são ótimos para a segurança de ruas e calçadas e em consequência para o bairro e toda a cidade. Se o bar é famoso, pessoas de outros bairros passam a frequentar o local, além do público costumeiro. Isso faz com que a circulação aumente, mais pessoas ficam na rua até tarde da noite, mais olhos vigiam e menos delitos acontecem.

    Segundo Jacobs “o requisito básico da vigilância é um número substancial de estabelecimentos e outros locais públicos dispostos ao longo das calçadas do distrito; deve haver entre eles sobretudo estabelecimentos e espaços públicos que sejam utilizados de noite. Lojas , bares e restaurantes, os exemplos principais, atuam de forma bem variada e complexa para aumentar a segurança nas calçadas”.

    Esses lugares dão às pessoas (moradores e estranhos), motivos concretos para utilizar as calçadas. Fazem com que elas passem por locais que, em si, não têm interesse para uso público, mas são caminho para outro lugar e por isso se tornam frequentados e cheios de gente. Um comércio bem variado leva as pessoas a circularem por todo o local.

    Geralmente os próprios lojistas e outros comerciantes costumam incentivar a tranqüilidade e a ordem, pois detestam que os clientes sintam-se preocupados com a segurança.  Eles  se tornam ótimos vigilantes das ruas e guardiões das calçadas. Outro aspecto que traz vida às ruas é a movimentação de pessoas indo trabalhar ou que estão a procura de locais para comer ou beber.

    Todos esses aspectos costumam ser atrativos para mais pessoas, mais proprietários naturais das ruas, e mais segurança para onde você mora. Pense duas vezes antes de reclamar dos torcedores do bar da esquina!

    Rua 24 horas de Curitiba, um ótimo exemplo.

    Rua 24 horas de Curitiba, um ótimo exemplo.

     

    Tá perdido? Não lembra dos outros posts? Nós facilitamos para você: Jane Jacobs   Parte 1

    Viva a Cidade – Parte 1

    22 de outubro de 2009 Sem comentários

    É comum pensar que ruas quase sem movimento de carros, um ou outro pedestre, são ruas tranquilas e seguras. Mas é muito pelo contrário. Ruas movimentadas, com pessoas de um lado para o outro, carros circulando, movimento intenso e com atrativos é que são as mais seguras.

    No livro “Morte e Vida de grandes cidades norte americanas” Jane Jacobs comenta que a circulação das cidades, precisa dos “olhos da rua”, de “proprietários naturais”, que nada mais são do que as pessoas que moram ali perto e observam o movimento pela janela, do morador na sacada controlando a vizinhança, dos frequentadores de barzinhos e até mesmo desconhecidos que estão ali só de passagem.

    Essas pessoas ajudam a manter a ordem e a segurança nas ruas e calçadas. Estas por sua vez, têm como função fundamental, manter a segurança urbana.

    Um bom exemplo disso, acontece na cidade mais modernista do Brasil: Brasília! Justamente em um local com conceitos do modelo que Jacobs mais critica. Os blocos habitacionais das superquadras possuem no máximo 6 pavimentos. A razão disso é que a altura de 6 pavimentos é o máximo que um pessoa consegue manter contato visual e verbal com alguém que esteja no térreo. Uma mãe consegue controlar seu filho no parquinho, por exemplo. O térreo dos blocos é livre, o que permite uma circulação constante, e uma visualização ampla da totalidade do espaço.

    Bloco habitacional de Brasília

    Bloco habitacional de Brasília

    No post de amanhã falaremos sobre a importância do comércio, de atrativos, lazer e mobiliário urbano. Atividades essas que trazem vida às ruas e calçadas e também a presença de pessoas que moram em outros bairros  e ajudam a manter a segurança.

    Viva a Cidade

    21 de outubro de 2009 2 comentários

    BlogPortobello_JaneJacobsJornalista autodidata e mulher de arquiteto, Jane Jacobs, credita ao marido a sua cultura urbanística que a fez ficar famosa no mundo de estudantes e profissionais de arquitetura e urbanismo.  Sua obra mais famosa “Morte e vida das grandes cidades norte americanas” foi traduzido para o português omitindo “norte americanas” pois é perfeitamente aplicável na maioria dos grandes centro urbanos.

    Era contra o bucolismo das cidades-jardins. Defendia a densidade das metrópoles, mas não a cidade ordenada do movimento moderno de Le Corbusier e do exemplo mais próximo de nós: Brasília.

    Amanhã inicia-se uma série inspirada nessas ideias, chamada Viva a Cidade. O objetivo dessa série é resgatar o sentimento de que a cidade pode e deve ser celebrada como um local prazeroso para se viver. Fazer com que todos captem a essência da cidade em que moram, das relações que temos com a vizinhança, com o bairro e com toda a malha urbana. Perceber que moradores, ruas, calçadas e edificações compõem juntamente uma cidade, e que não podemos projetar pensando em cada um separadamente. A cidade funciona com um organismo vivo e precisa da harmonia de todos os seus componentes para funcionar perfeitamente.

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    Fique ligado para estréia!

    Make it Right

    19 de outubro de 2009 Sem comentários

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    Após ser devastado pelo furacão Katrina, surge esperança para o bairro Lower 9thWard de Nova Orleans.  Chocado com o que viu na primeira visita ao bairro, o ator Brad Pitt, ficou ainda mais perturbado quando ouviu que o local jamais poderia ser reconstruído.

    Foi ouvindo relatos dos desafios que a comunidade enfrentou antes e depois da tempestade, que Brad Pitt decidiu ajudar a reerguer a vida daquelas pessoas criando a ONG Make It Right.

    Contratou diversos profissionais de arquitetura, para estudar e aplicar a melhor forma de construir casas sustentáveis e viáveis.

    O resultado foi surpreendente: casas que resgatam o valor cultural da comunidade, as relações de vizinhança, arquitetura com uma linguagem estética muito definida e todas possuem aquecimento solar. É notável a preocupação com a forma e a função das moradias, devolvendo a dignidade ao bairro e não somente abrigando temporariamente os moradores.

    O projeto tinha data para terminar as habitações até o fim de 2008 e contava com ajuda de doações.

     

    BlogPortobello_makeitright_2

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